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AS REDES SOCIAIS MUNICIPAIS AO SERVIÇO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL, NO VALE DO AVE No âmbito do Conselho Intermunicipal para os Assuntos Sociais, a AMAVE tem vindo a dedicar uma especial atenção às dinâmicas locais que são lideradas, ao nível de cada um dos Municípios, pelas respectivas Redes Sociais Municipais. Tem sido um trabalho interessante, mas que, a meu ver, pode melhorar. Na verdade, é preciso ter presente que, no início do actual Mandato Autárquico, ao aprovar as Grandes Opções do Plano Plurianual, o Conselho de Administração da AMAVE decidiu assumir, com clareza, o VALE DO AVE 2015 – REGIÃO DO CONHECIMENTO E DA INOVAÇÃO – TERRITÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL. Por isso mesmo, todas as nossas energias devem estar voltadas, nesse sentido. E, neste contexto, pudemos ter já as Redes Sociais Municipais em estreita colaboração, com a AMAVE, na preparação e na execução do Projecto INOV@RAVE – Inovar nas Organizações do Ave, bem como na Conferência Internacional INCLUA– Trabalhando Juntos para a Inclusão dos Imigrantes, iniciativa promovida pela AMAVE em Parceria com outras Entidades, nomeadamente a ACTE– Associação das Colectividades Têxteis Europeias e a Fundação Calouste Gulbenkian. E vamos ter as Redes Sociais, igualmente, envolvidas e comprometidas numa outra iniciativa, que vai ser realizada nos Municípios do Vale do Ave, promovida pela ACTE, em Parceria com a AMAVE, sobre a CONSCIÊNCIA EUROPEIA, no âmbito do Plano D para a Democracia, o Diálogo e o Debate, projecto aprovado e co-financiado pela Comissão Europeia. Por isso dizemos, acima, que, muito embora o bom trabalho que está a ser desenvolvido, é sempre possível e necessário fazer mais e melhor. Para isso, será sempre preciso DINAMIZAR O CLAS – CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL e AS COMISSÕES SOCIAIS INTER-FREGUESIAS e evidenciar, convenientemente.AIMPORTÂNCIA DOS ACTORES LOCAIS NAS DINÂMICAS DO DESENVOLVIMENTO LOCAL. Na verdade, o desenvolvimento local, tendo em conta as suas próprias características, obriga o envolvimento intenso dos actores locais, na definição da estratégia, na execução e no acompanhamento, devendo ser dado o relevo adequado à parceria entre Entidades do Sector Público e do Sector Privado, não só para a caracterização socio-económica do espaço territorial identificado, bem como para a definição da respectiva estratégia e para a tomada de iniciativas que possam conduzir à sua concretização. As Pessoas e as Organizações, evidentemente, já que não se pode ignorar que o desenvolvimento local se faz com as pessoas, e nunca contra as pessoas, pelo que, para se poder ter êxito, neste domínio, é preciso que os responsáveis sociais e políticos saibam tomar as medidas adequadas para envolver, e comprometer, o maior número possível de pessoas, e as Organizações da sua Comunidade, na missão a empreender. Se assim o soubermos fazer, será possível atingir o objectivo estratégico definido pela AMAVE, para um VALE DO AVE 2015 – Região do Conhecimento e da Inovação e Território de Responsabilidade Social. Guimarães, 22 de Janeiro de 2007.
O Administrador-Delegado Manuel Ferreira |



















